Judas Iscariotes foi até os principais sacerdotes e perguntou o que lhe dariam se ele entregasse Jesus. Deram-lhe trinta moedas de prata e, a partir de então, Judas procurou uma oportunidade para trair Jesus. Quando chegou a Páscoa, os discípulos perguntaram a Jesus onde deveriam preparar a refeição. Jesus organizou tudo no seu tempo e os discípulos prepararam a Páscoa. Naquela noite, Jesus sentou-se à mesa com os doze e disse-lhes que um deles o trairia. Os discípulos ficaram tristes e perguntaram: “Sou eu, Senhor?” Jesus sabia de tudo, mas continuou em frente em amor. Durante a refeição, Jesus pegou o pão, abençoou-o, partiu-o e deu-o aos discípulos. Ele também pegou o cálice, deu graças e deu-o a eles, explicando que era o sangue da aliança, derramado por muitos para o perdão dos pecados. Depois cantaram um hino e foram em direção ao Monte das Oliveiras.
Esta história coloca traição e amor na mesma mesa. Judas vendeu Jesus por prata, lembrando-nos que a ganância pode afastar o coração do Senhor. Mas Jesus não foi detido pela traição humana. Ele pegou o pão e o cálice, mostrou aos discípulos que daria a vida por muitos e fez uma aliança através do seu sangue para o perdão dos pecados. O amor de Jesus não consiste em palavras vazias; é o amor que paga voluntariamente o custo por nós. Devemos abandonar a ganância, valorizar a nossa aliança com o Senhor e responder a Jesus com fidelidade e gratidão.
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